Triste é o banco da praça de outono,
Que não acomoda nem o cigano
Por ele tudo passa, do alvorecer ao sono.
Até que finda o ano,
E de todos os seus pesares
O banco da praça de outono,
Passa frio e abandono
Só não passa das preliminares.
HIlton Wesley Lacerda
Hilton Wesley
quarta-feira, 30 de novembro de 2016